segunda-feira, julho 05, 2010

- ars longa, vita brevis -
hipócrates

estava aqui a pensar - por acaso isto veio-me à ideia quando estava a nadar bruços, razão pela qual refiro o momento pois quando nado costas vêm-me muitas coisa à cabeça, coisas importantes, mas de bruços, foi a primeira vez - como dizia, estava a pensar que há algo em comum entre os empregados de grandes personagens da literatura: o Sancho Pança (D. Quixote), o Passepartout (Willy Fogg), o Jacques (o seu amo cujo nome não sei) e de outra forma Dr. Watson, amigo de Sherlock Homes.

2 Comments:

Blogger João Barbosa said...

diria que o modelo do par começou logo com o pai da literatura moderna, Miguel de Cervantes. depois vêm diferentes versões da mesma relação entre duas pessoas. o prático e o sonhador, o corajoso e o realista, o de inteligência aguçada e o seguidor - em versões e proporções diferentes

5/7/10 8:29 da manhã  
Blogger beluga said...

sei que a comparação entre o par Dr. Watson e Sherlock Holmes foge às outras pelas personagens não se encontrarem no mesmo plano: não estão em hierarquia, embora para mim o Dr. Watson pareça um subordinado do Sherlock Holmes.

6/7/10 8:50 da manhã  

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