quinta-feira, agosto 02, 2007

- ars longa, vita brevis -
hipócrates
antes e depois ou "já se percebeu que a publicidade era à colecção masculina de YSL para 1998. O que não se percebe foi a escolha dos quadros. Grandes obras de arte? Sim, quer dizer, conhecidas, mas em nenhuma delas a figura masculina tem papel principal. Surge então no anúncio como uma versão efeminada da retratada na versão original, ou como um Wally, à espreita em todos os quadros" ou "isto foi só uma ideia, nada de muito relevante":

Jean-Auguste-Dominique Ingres
Bather of Valpincon
1808
Musée du Louvre, Paris


Mario Sorrenti
Yves Saint Laurent para Rive Gauche

1998

3 Comments:

Blogger AM said...

sim, "nada de muito interessante"
apenas mais umas gramas (a mais) de pastiche pós-marreco
mas, olha, não é que gostei deste...
mostra a outra metade...
e o pior é que agora o quadro do Ingres parece-me "truncado", um resto de outra coisa... uma pintura re-aproveitada e re-encaixilhada... ou uma fotografia rasgada ao meio

2/8/07 10:05 da manhã  
Blogger beluga said...

O ingres pintou a mesma banhista, na mesma posição pelo menos 3 vezes. talvez isto fosse a parte de um tríptico. Ok, estou a inventar. Mas gosto das pinturas truncadas; não são bonitinhas como se fossem retiradas de um acto de uma peça de teatro.

2/8/07 1:56 da tarde  
Blogger AM said...

eu gosto mais de um bom "enquadramento"... seja ele "clássico" ("simétrico", etc.) ou "moderno" ("assimétrico", dissonante, etc.)
estou a puxar pela memória mas não estou a ver o que possa ser uma boa pintura "truncada"
mas a especialista é a minha cara :)
que tal (súplica...) uma posta com um (ou mais) exemplos das tais truncadas a preceitas? :)

2/8/07 9:14 da tarde  

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