quarta-feira, junho 06, 2007

- ars longa, vita brevis -
hipócrates

não tenho bem a certeza se isto é um antes e depois. e o que me levanta dúvidas não é a ausência do animal, nem do colar nem da touca que distinguem as personagens retratadas e que as colocam em castas diferentes. Mas em Hodgson parece que é comum pegar em obras específicas e dar-lhes o tom da actualidade. seja pois um antes e depois (quem rima sem querer é amado sem saber) (outra vez?):

Leonardo da Vinci
Lady with an Ermine
1483-1490
Czartoryski Museum, Cracóvia


Paul Hodgson
New Land
2003

2 Comments:

Blogger AM said...

transforma-se o amador na coisa amada (é assim, não é?...), não há ninguém amado sem o saber

6/6/07 9:16 da tarde  
Blogger beluga said...

é uma frase que se costuma dizer, pelo menos entre "os meus", assim como dizemos "preto" e tocamos em qualquer coisa preta sempre que duas pessoas dizem a mesma coisa ao mesmo tempo. nunca vi "a coisa" assim: o que ama torna-se amado. mas acho que sim,que podemos ver por esse lado, embora isto seja mais um desejo do que uma convicção. é como se quem o dissesse, esperasse só por isso que fosse verdade.
"não há ninguém amado sem saber"?
preferia que me amassem sem eu saber do que não me amassem. enfim, outras histórias...

7/6/07 10:33 da manhã  

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